Decoração,  Móveis

Como surgiu o meu gosto por decoração e mobiliário

Olá leitores deste blog, sejam bem-vindos a uma nova publicação.

Hoje venho partilhar convosco, até porque acredito que alguém deve estar curioso, como e quando é que surgiu o meu gosto por toda esta temática que tenho falado por aqui.

Como partilhei convosco no primeiro post, eu, juntamente com o meu marido, vivemos numa casa com mais de dois séculos. Não sabemos a data em concreto da construção da mesma, pois não existem papéis que possa comprovar (infelizmente), mas em conversa com alguns familiares, estipulasse isso.
Esta é uma casa de linhas simples por fora, e por dentro a casa é maioritáriamente feita de madeira.

Quando viémos morar para esta casa, a mesma encontrávasse numa estado mau, onde a maioria das janelas já não davam para abrir e estavam tão podres que já entrava chuva dentro de casa o que estava a comprometer o chão, o mesmo estava cheio de bicho da madeira, e tinhamos paredes em muito mau estado por causa da salitre e do passar pro anos e ausência de manutenção.

Foi complicado e um pouco deserperante no início, sendo que, ainda hoje consegue dar dores de cabeça quando melhoramos alguma parte da casa, porque sim, a mesma ainda não está finalizada.

Recorremos ao senhor dos alumínios para meter as janelas, falámos a um senhor para arranjar uma ou outra parte da casa mas, a partir dai, foi o meu marido, juntamente com o meu auxilio que começámos a meter mãos à obra, para desta forma se poder poupar algum dinheiro.
Esta casa já deve ter centenas de horas de trabalho da nossa parte e teve dias que o deserpero era muito, pois arranjávamos num lado e estragávasse no outro. Na nossa cabeça e várias vezes pensámos em desistir.

 Mas, e passando ao assunto real deste post: O meu gosto por decoração e mobiliário, surgiu em 2019 quando vim então morar para esta casa.
O João (o meu marido) percorria sites e mais sites de vendas à procura dos móveis mais interessantes para virem decorar alguma parte da nossa casa.
Era imaginar: “aqui ficaria bem um canapé ou, ali ficaria bem uma  namoradeira”.

Atualmente o mobiliário antigo/vintage não é fácil de se encontrar, e quem tem, muitas vezes pede muito dinheiro, não que não valha esse dinheiro, mas sendo apenas o meu marido a única fonte de rendimento cá em casa, temos que ter em atenção a este aspeto.

 No entanto e procurando bem e tendo paciência, às vezes conseguem-se arranjar negócios excelentes, pois na ideia de muitas pessoas, não passam de coisas velhas.

 “Hoje” a decoração ainda não está finalizada, mas para lá caminha.

E vocês, também têm projetos na vossa casa que vos dão dores de cabeça?

Helena Raquel

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