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E é agora que vou perder a conta ao envio de “recados” para amigos e familiares, enumerando as razões porque não posso… melhor, não devo, viver sem um Tag Heuer Connected.

Reparem nesta maravilha, uma aventura entre a TAG, a Intel – que fornece o chip e se estreia neste segmento – e a Google, que lhe empresta o sistema Android Wear.

Com caixa estanque em titânio, surge na intemporal medida de 46mm. Sim, é um relógio para homem, o clássico cliente da marca que quer entrar no mundo das aplicações de pulso. O vidro é de safira, pronto para resolver alguns toques, e o conjunto tem 12,8mm de espessura, o que o torna no maior modelo circular deste segmento de mercado.

As correias são extras e possivelmente onerosas, portanto esta possibilidade cromática abaixo terá o seu custo. De salientar que o Tag pesa apenas… 56g. Leram bem.

 

Mas lendo as características, começa a soar um alarme. Embora equipado com o novíssimo processador Intel Atom Z34XX, tem um ecrã LCD de apenas 360 x 360 com densidade 240ppi que perde quando comparado com os adversários: o Huawei Watch é bem melhor com um ecrã 400×400 e densidade 348ppi, o LG Urbane II que apresenta um LCD de 480 x 480 com 348ppi. Também idêntico aos novos smartwatch Android, tem 4GB de memória interna e uma bateria de 410mAh que aguenta 25 horas. É pouco…

 

Boa notícia é que a marca garante que o seu primeiro smartwatch é à prova de futuro, pois irá receber os upgrades de sistema. E que o faça, pois os 1.350€ que custa, por muito bonito e desejável que seja, comprometem a sua existência.

João Gata

Começou em vídeo e cinema, singrou em jornalismo, fez da publicidade a maior parte da vida, ainda editou discos e o primeiro dos livros e, porque o bicho fica sempre, juntou todas estas experiências num blogue.

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