A The Nap Tent deveria ser obrigatória nos centros de escritórios modernos. Dormir faz bem e uma sesta por dia pode fazer a diferença


A The Nap Tent é algo de muito valioso para os dias que correm.

Repare-se como trabalha o jovem (e menos jovem) urbano: aluga uma cadeira num antigo barracão transformado e apelidado de co-work, e junta-se a dezenas ou centenas de competidores para tentar a sua sorte num mercado que parece global mas não chega para todos.

Como se consegue telefonar, comunicar, combinar e atender clientes com tanto barulho em redor?

E aqueles que fumam e os outros não? E o que dizer dos espaços comuns, a sala de chat (físico) para encontrar parelha para um certo negócio?

Ou “controlar” alguém que se viu na copa ou, pior, a própria copa onde o frigorífico está cheio de tupperwares com autocolantes que dizem “Nuno, não tocar”, “Maria, gluten free” e “Joana, keep out da minha vegan food”.

The Nap Tent

Dormir ou passar pelas brasas

Dificilmente se entende com um startuper, um jovem idealista ou um negociante temeroso conseguem sacar umas horas de sono à vida diária, principalmente em cidades como Lisboa que os expulsou para longe, situação agravada com os constantes atrasos ou greves dos serviços oficiais que os deveriam transportar no mais extraordinário conforto (a ver pelo preço dos passes sociais).

A Nap Tent, ou seja numa tradução livre, a tenda para uma sesta, auto-explica-se.

É que nem precisamos de nos levantar do espaço que temos à secretária, basta puxar a capota para nos tapar da luz, colocar uns phones e está a andar… a dormir.

Existe um complemento que podemos chamar de “cobertura de privacidade” que envolve a “barraca” com uma cobertura extra.

Esta solução não é cara: custa cerca de 50 euros e pode ser comprada na privacypop.com .

João Gata

Começou em vídeo e cinema, singrou em jornalismo, fez da publicidade a maior parte da vida, ainda editou discos e o primeiro dos livros e, porque o bicho fica sempre, juntou todas estas experiências num blogue.

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