Com razão, quem me atura numa base diária sempre rodeado por gadgets e botões e tecnologias inovadoras que ligam qualquer coisa a qualquer outra sem fios, afirma somente que a tecnologia deveria era estar ao serviço de actividades mundanas como, por exemplo, a limpeza da casa ou, e aqui sim, as obras que se faz numa casa e que continuam a ser pré-históricas (pó, barulho, detritos, sujidade…).

 

Para a cara metade aqui fica uma solução engenhosa do designer HYELIN Lee que tenta promover esta ideia notável que é o Roly-Poly-Cleaner.

Às vezes a revolução começa numa pá e numa vassoura.

João Gata

Começou em vídeo e cinema, singrou em jornalismo, fez da publicidade a maior parte da vida, ainda editou discos e o primeiro dos livros e, porque o bicho fica sempre, juntou todas estas experiências num blogue.

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