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Mike Kanke, um dos fundadores da Silent Circle, empresa por detrás do conceito do Blackphone, comenta que “ao contrário das restantes marcas que estão obcecadas com monopés para selfies e ecrãs curvos, a nossa preocupação é a segurança e a privacidade”.

Com estas palavras, apresentou o Blackphone 2, apontado como o smartphone mais seguro da actualidade. Tem um ecrã Full HD de 5″, processador Qualcomm octa-core a 64Bit, 3GB de Ram e uma bateria 3060mAh com carregamento Quick Charge 2.0.

Conta ainda com slot de cartões microSDXC para expandir a memória interna.

Tem como base o sistema operativo Android, mas corre por cima o próprio PrivateOS 1.1 (programado pela Silent Circle) para uma mais efectiva protecção.

O User Interface designa-se “Spaces“, apresentando um conjunto de diferentes áreas de utilização encriptadas e compartimentalizadas. Podemos assim usar, como exemplo, o Space Enterprise para os nossos ficheiros de trabalho e o Space Personal para a utilização familiar. Quando não queremos ser encontrados, basta escolher o Space Silent que nos coloca sob Modo Incógnito. Neste modo, podemos aceder a apps bem interessantes: Silent Text, Silent Contacts e Silent Phone, bem auto-explicativas. Existe, para reforçar, uma loja Silent.

Para as conversas não serem captadas através dos microfones ou câmaras embutidas no próprio smartphone (e que tanta “desgraça pessoal” têm promovido), existe a função Silent Meeting que assegura a confidencialidade das comunicações até o máximo de 50 participantes.

O Blackphone 2 será colocado à venda nos EUA durante o próximo Verão a um preço estimado de 630 dólares.

 

João Gata

Começou em vídeo e cinema, singrou em jornalismo, fez da publicidade a maior parte da vida, ainda editou discos e o primeiro dos livros e, porque o bicho fica sempre, juntou todas estas experiências num blogue.

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