A vida de Steve Jobs foi retrabalhada para uma ópera por Mark Campbell e Mason Bates e o resultado é fascinante


Steve Jobs já se foi (e recentemente o iPod, uma das suas maravilhas, também levou uma grande machadada na sua produção) e é unânime, por quem privou ou trabalhou com ele, que era um fulano complicado, angustiado, mal-educado e irascível. Bom, o mundo anda para a frente com pessoas deste género, aqueles que levam tudo à frente e têm como meta apenas os objectivos traçados, no matter what.

Ora quem manda na Ópera de Santa Fé é também visionário e vê algo mais que os comuns mortais. Leu “The (R)evolution of Steve Jobs“, convidou o seu autor, Mark Campbellvencedor de um Pulitzer – para se juntar ao compositor e também DJ Mason Bates, para delinear uma opereta. Exacto, Steve Jobs é agora uma ópera que trata de uma multiplicidade de temas e realidades que construiram uma personagem que ficou nos anais da história.

Como li algures (em tradução livre) é a saga de um Silicon Valley atravessada por um impulso eletrónico e pontuada por cliques de um Macintosh Plus.

Soa bem? Estreou este mês em Santa Fé.

The (R)evolution of Steve Jobs

João Gata

Começou em vídeo e cinema, singrou em jornalismo, fez da publicidade a maior parte da vida, ainda editou discos e o primeiro dos livros e, porque o bicho fica sempre, juntou todas estas experiências num blogue.

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