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Sempre soube que existe uma diferença de atitude e vivência em quem guia duas rodas: há motards, motociclistas e motoqueiros. Estes últimos são os cromos da rua, fazem cavalinhos e corridas contra a vida. Os do meio são aqueles fulanos tipo eu mesmo, que quero uma scooter para andar em Lisboa e fugir ao caos, mas depois corto-me cheio de medo e com as dúvidas habituais de quem vive num apartamento sem garagem.

Depois existem os primeiros, os motards, malta que sabe o que faz e tem aquele espírito livre, com alguma rebeldia, que nos faz crescer antipatia quando nos passam nas estradas, ruas, caminhos. Que nos fazem azia quando estacionam mesmo à porta do local para onde nos dirigimos depois de largar o carro lá longe ao fundo.
E, por causa deles, ficamos com aquela vontade de largar o automóvel ir à loja, comprar a moto e ir embora. Mas… falta o capacete, não é?

helmetSpecsO capacete é das “partes” mais importantes da mota. Podem sorrir, mas pensem comigo: a mota cai, mas quem a guia também. E, geralmente, o que bate sempre no chão com toda a força? Exactamente, a cabeça. Portanto, em vez de pensar na mais bonita mota, que tal pensar no bem mais precioso?

Foi isso que a malta da SKULLY fez. Pensou em modernizar todo o conceito de capacete, equipando-o tecnologicamente. Já por aqui falei, anos atrás, do airbag para ciclistas, mas pensem sempre que são veículos diferentes no modo e acção.

O Skully AR-1 foi aprovado pelos sempre exigentes DOT (Department of Transportation) andECE (Economic Commission for Europe) devido ao módulo de navegação por GPS, comunicação directa capacete para capacete, bluetooth para o telefone, streaming de música e, atenção que esta é realmente a diferença, uma amara embutida que dá 180º de visibilidade, ou seja, um espelho retrovisor extra cuja imagem passa num visor HUD colocado na viseira do capacete. Há aplicações como o “Infinite Focus”, direcções de trânsito e mapas, e memória para guardarmos os locais que geralmente visitamos.
Sim, tudo isto no capacete… e muito mais.

 

 

 

 

João Gata

Começou em vídeo e cinema, singrou em jornalismo, fez da publicidade a maior parte da vida, ainda editou discos e o primeiro dos livros e, porque o bicho fica sempre, juntou todas estas experiências num blogue.

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