O Kozmophone é o gira discos que até os millennial vão querer mostrar aos próprios amigos e, pasme-se aos amigos dos pais


O Kozmophone continua o legado de Thomas Edison e a sua aventura gramofónica

Ahhh, os mundos que nos abriu com um cone de bronze, a alegria com que invadiu as salas, os corações e almas.

É bem verdade, gente da minha terra, o tempo passa e o Gramofone (ou gramophone) comemora 140 anos durante 2018.

Algumas almas pensaram nisto e quiseram prestar uma homenagem em forma de um tributo extraordinário.

Chama-se Kozmophone e é este magnífico coiso.

Kozmophone, um gira discos futurista e holográfico

Gira discos do Séc XXII

O Kozmophone é um delírio tanto visual e estético quanto prático.

O cone, ou, vá lá, coluna de som, pode ser apontado para qualquer ângulo fazendo jus ao som “360º”.

Mas também pode ser retirado e dividido para ser transportado para qualquer lado. E ainda se liga ao computador para servir de monitor de som para, por exemplo, os vídeos do Youtube.

Portanto, estamos a falar de um equipamento modular que, pasme-se, tem uma área específica e piramidal onde podemos escolher a imagem a projectar holograficamente!

Kozmophone, um gira discos futurista e holográfico

 

Pirâmide perspex

Sim, leram bem, este bendito “leitor de vinil” é tão à frente que até tem loja com hologramas para podermos mudar a imagem. Extraordinário, vejam o vídeo para perceber e acreditar!

Não seria por isto que eu compraria um Koz (já o trato pelo diminutivo), mas sim porque posso escolher a minha cor preferida. Não de entre um painel de três ou quatro, mas o meu tom, o meu Pantone, a minha tonalidade preferida.

De resto, tem ligação bluetooth e também, muita atenção, uma conexão mini-jack 3,5mm para o conectarmos a qualquer aparelhagem HiFi com duas boas colunas.

Kozmophone, um gira discos futurista e holográfico

Pode ser que os fabricantes de smartphones percebam a dica.

Outra boa notícia? Se apoiarmos pelo Kickstarter fica a menos de 230€ e na cor pretendida.

Prazo de entrega? Antes do final DESTE ANO.

João Gata

Começou em vídeo e cinema, singrou em jornalismo, fez da publicidade a maior parte da vida, ainda editou discos e o primeiro dos livros e, porque o bicho fica sempre, juntou todas estas experiências num blogue.

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