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Quem anda de bicicleta, principalmente numa toada mais desportiva, sabe bem que a constante “refrigeração do motor”, ou seja, do corpo de quem pedala, é necessária e obrigatória para evitar um qualquer azar. Geralmente, há espaço para se arrumar uma garrafa de fluído no quadro da bicicleta. Há até quem opte por montar mais conjuntos para transportar mais garrafas, mas para evitar esse peso e volume a mais, o designer industrial Kristof Retezar pensou numa solução a que chamou, logicamente, Fontus.

Que tal uma garrafa que, aparentemente, converte ar em água? Aparentemente, porque ainda está em desenvolvimento, mas a ideia é muito interessante: à medida que pedalamos e nos deslocamos, este sistema condensa a humidade que nos envolve e que, depois de fazê-la passar por um engenho apelidado de “hydrophobic teeth” (vou evitar uma tradução), transforma o vapor em gotas de água que vão sendo armazenadas na garrafa.

Existem, contudo, algumas condicionantes: a “operação” demora muito tempo e funciona melhor em ambientes muito húmidos, como a selva amazónica. Portanto, e para quem vive no Alentejo, é melhor procurar alternativas. Nem que seja 1/4 de Luso bem fresquinho no café do Manéli.

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João Gata

Começou em vídeo e cinema, singrou em jornalismo, fez da publicidade a maior parte da vida, ainda editou discos e o primeiro dos livros e, porque o bicho fica sempre, juntou todas estas experiências num blogue.

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