Ensaio Fiat Panda Cross

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Desde já confesso que não sou um fã de off-road e nem tenho grande experiência em colocar veículos de quatro rodas em apenas duas, ou atravessar rios com pedregulhos que desfazem qualquer suspensão não adequada. Sei, contudo, subir e descer passeios, ter a noção do equilíbrio de um automóvel e, acima de tudo, antever os seus limites. Ou os meus. Portanto, imaginem-me, em pleno circuito profissional de testes da FIAT na sua pista de Balocco perto de Milão, como pendura de um simpático mas emudecido profissional transalpino, dentro de um carro a passar obstáculos que, pelo modelo que se trata, não deveria poder ultrapassar. Foi esta a minha experiência a bordo da minha nova paixão, o Fiat Panda Cross.

Sabemos que a primeira versão 4×4 do pequeno Panda conheceu enorme sucesso comercial. As suas prestações eram fantásticas, os obstáculos tratados por tu e envergonhou muito jipe em testes de esforço. Mas isso tudo já tem uns anos e parecia que era uma daquelas versões históricas, clássicas, que só os conhecedores comentam. A Fiat continuou a ter esta versão na sua oferta e as prestações continuam em alta. Mas o Cross transporta-nos para outra dimensão.

A marca sabe, como todas as outras, que com a realidade da net, dos blogues, do imediatismo e da globalização, qualquer modelo que se lance tem outra repercussão, uma importância amplificadíssima nos meios de comunicação, as fotos postadas/publicadas e repostadas/republicadas à exaustão, os pormenores discutidos em foruns especializados, as opções analizadas ao mais ínfimo pormenor. Tudo conta. Portanto, os pequenos apliques, embelezadores, opções visuais e todos os apontamentos não estão neste Cross por acaso. O carro tem, ao vivo, um ar robusto, feroz, de querer levar-nos daqui à China. E, tenho a certeza, que o conseguiria fazer sem qualquer queixume. Este conceito de mini-jipe resulta também em fotos e vídeo, principalmente em testes radicais. Só aí se consegue perceber porque é que os jornalistas presentes (e este vosso bloguer) saíram dos pequenos diabos de sorriso rasgado.

Deixo para diante as coisas técnicas, que são importantes, mas prefiro relatar sumariamente esta minha experiência por alturas, subidas, descidas, lagos, lama, desvios e ângulos de ataque.

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Calhou-me, porque só havia dessa cor, um Cross amarelo. Como podem apreciar nas fotos, é uma cor que lhe fica bem, num multiplicado contraste com todos os apliques pretos ou metalizados (e até vermelhos) que preenchem a frente, traseira, laterais, tecto e sub-piso do carro. Não gosto de carros amarelos mas, sinceramente, esta é a cor que lhe deve ficar melhor (contudo, quero ver em vermelho). São 370 cms de carro, pequenito, pouco largo mas com uma altura ao solo que lhe dá algum impacto visual e imediato. Os pneus, coisa que sei demasiado importante para este tipo de aventuras, são uns 185/65R15 M + S “All Seasons”. E funcionaram na perfeição.

Antes de começar o relato, outros dados muito importantes, porque relevantes, deste conceito e desta máquina: existem apenas duas versões, um turbodiesel 1.3 Multijet II de 80 cv e o gasolina (benzina é tão mais bonito) 0.9 Twinair Turbo de 90 cv, dispondo este de caixa de 6 velocidades com primeira curta (e neste troço bem que a utilizei). O Multijet tem uma altura para o solo de 158 mm e o Twinair aumenta-a para 161 mm. Outras coisas? Os ângulos de ataque (24 graus) e saída (33). A tracção é integral Torque on demand, contamos com a ajuda Electronic Locking Differential e, como opcional, podemos escolher o premiado sistema City Brake Control. Ambas têm sistema start&stop e o multijet garante um consumo misto de 4,7 l/100km.

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À pendura

A primeira volta ao circuito foi toda passada no lugar do pendura, onde tirei estas fotos, aprendendo os conselhos do mentor. O nosso diálogo não foi muito efusivo, embora agradável e já estava uma torra de quase 30 graus às 10 horas da manhã. Relembro este facto porque o AC estava ligado nos 20 graus, ou seja, o Cross ainda tinha de contar com essa adversidade na passagem dos obstáculos. Outra memória que fica para sempre: os mosquitos desta zona de arrozais parecem do paleolítico. Daniel, o câmara companheiro de viagem que filmou esta aventura para o The Car Lounge do Pedro, bem que mostrou as mazelas de uma batalha matinal, porque no meio do campo, com esses seres voadores e picantes. Ainda deve ter babas passado quase uma semana!

Adiante, fizemos o percurso dos carros grandes perseguindo um Jeep (curiosamente a Jeep pertence agora à FCA, ou seja, à Fiat pela associação com a Chrysler) que mostrava o percurso a ser feito. Passava o Jeep, passava o Panda. Assim. Sem tremeliques nem queixumes.

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O que mais me fascinou foi a extrema solidez do conjunto. Ok, são carros novos e tal. Mas quando se fica sobre duas rodas, a torção nova ou velha nota-se. E, neste caso, foi inexistente. O carro pura e simplesmente ultrapassava obstáculos cada vez mais complicados à primeira, como se estivessemos numa autoestrada. Num repente, para uma descida num ângulo indizível (só mesmo mostrando), o italiano mudou o selector de modalidade para Hill Descent Control que, com a assistência do sistema ESC (Electronic Stability Control) que inclui função ELD (Electronic Locking Differential), fez o impensável: desceu controladamente uma daquelas ravinas que até a pé se fazem a escorregar e em cambalhota.

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Bastou seleccionar… impressionante. Logicamente que o meu receio tocou o limite, pois sabia que o tinha de imitar na segunda volta. Houve uma secção que os profissionais fizeram e não nos deram hipótese de replicar (eramos três portugueses ao volante, eles lá sabem). Não sei o nome técnico do percurso, mas chamo-lhe “bossas de camelo multiplicadas”.

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Ao volante

Chegada a minha vez, fiz-me à aventura. Era o terceiro dos três Panda Cross, portanto, tinha de ter ainda mais cuidado e deixar espaço para as tropelias e azelhices dos colegas. Ainda houve um “momento” entre eles, os habituados a estas lides, mas mantive-me calmo e sereno. Para um tipo que não tem grande experiência destas coisas, era lógico o temor. Ainda confidencei com o representante da Fiat que não me sentia à vontade nestes terrenos, o qual me respondeu prontamente que “vais guiar um Panda Cross, tudo é natural, e depois não vais querer outra coisa”.

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Fiz-me à estrada. Quer dizer, ao traçado. Subi montanhas, desci ladeiras e precipícios, atravessei rios profundos… bom, na verdade, ataquei subidas e descidas, atravessei pedras e água até que cheguei aquele momento da descida sem pedal no travão a confiar unicamente no tal Hill Descent Control. Uma coisa é ver o italiano, visto que o carro é “dele”, fazer a coisa. Outra é vê-lo no lugar do pendura, agarrado com as duas mãos para travar o peso do próprio corpo, a ordenar “tutti tranquilo, vá, sem medo, tutto reto” (ou algo assim, imaginem em italiano). O que é certo é que é anti-natura mas funciona. Extraordinário! O carro desceu sozinho, sem intervenção humana, totalmente em controlo e equilibrado.

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Depois desta, tudo foi feito num ápice. E quando avistei o final do troço, percebi que o meu fascias tinha mudado de entusiasmado e nervoso para uma tremenda tristeza. Ia acabar esta aventura, ali, num largo com uma tenda e refrescos. Trágico!

Saímos os três dos carros. Estavamos visivelmente entusiasmados e rendidos. Afinal, não era só eu. Os Pros que gostam destas aventuras off-road estavam entregues às qualidades deste pequeno, e agora posso dizer sem medo, jipe. É um mini-jipe que vai envergonhar muitos irmãos que se julgam mais valentes por terem rodados maiores e um pedigree em papel.

Como carro de cidade deve gastar um bocadito mais de bezina. Mas imaginem o gozo que será estacioná-lo num ângulo completamente impossível, quase em cima de uma árvore, e fora do ataque manhoso da tropa de elite camarária denominada EMEL. Só por isto vale a pena comprar um Panda Cross.

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O visual

Ok, dá nas vistas. Mas está fenomenal mesmo em amarelo! Aviso que a grelha frontal é resistente e aguenta bem uma pancada, pois não evitei dar uma numa subida em duas fases em que arrastei um pouco a dianteira. O resultado visual não se percebeu, por causa dos limos e da lama, mas os italianos comentaram o caso e verificaram o resultado. “tutto bene”, mas que fez barulho, fez. Portanto, percebe-se que os apêndices não são para o show, mas sim para uma actividade bem dura e física. Fiquei ainda mais consciente que o Panda Cross é o jipe a ter para quem trabalha no campo ou, se é que ainda existem membros dessa classe do início do século, a malta que tem “um monte”.

Agora, confesso, ando a pensar em circuitos que me garantam uma outra análise, desta vez em Portugal, para brincar outra vez aos jipes. E, se calhar, até pode acontecer. Mas aviso que o ensaio já está feito e aqui descrito, como podem ler, e essa aventura vai ser somente para o mais puro dos gozos.

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O interior

Materiais sóbrios, plásticos duros, mas uma excelente montagem. O Cross é até confortável, pois os bancos têm bom apoio lombar, a caixa está ali à mão de semear e todos os comandos ao alcance mais directo. Nesta versão, as cores escolhidas (castanho chocolate. cinza e preto) ficam bem com o amarelo pinto. O volante tem excelente toque e posso ainda acrescentar que todo o percurso foi feito com o ar condicionado a funcionar nos 20 graus. De resto, é o Panda. Simples, mala para uma viagem de fim de semana, cinco ocupantes magros… e um sorriso na cara.

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Preços

Versão Multijet 20.500 euros (aprox)

Versão TwinAir 18000 euros (aprox)

 

Tecnicidades

Deixo-vos agora com elementos fornecidos pela Fiat:

Ganchos de reboque de novo formato, em vermelho brilhante, imediatamente reconhecíveis, sublinham o carácter off-road.

Novos grupos ópticos com luzes diurnas DRL com tecnologia LED, integradas na placa de protecção.

As jantes de liga de 15’’ são de cinco raios em V e o acabamento é em metal polido.

Volante com comandos integrados e o punho da alavanca da caixa de velocidades revestidos de pele.

City SUV – 370 centímetros de comprimento, 166 de largura e 166 de altura – com um surpreendente espaço interno: basta pensar que a bagageira é uma das maiores do segmento (225 litros).

Transmissão de tipo “Torque on demand” que utiliza dois diferenciais e uma junta de controlo electrónico.

Trata-se de uma tracção integral permanente gerida por uma centralina electrónica que, através da análise dos sinais transmitidos pelo veículo, reparte a tracção pelos dois eixos de modo homogéneo e proporcional em função das condições de aderência do piso. As vantagens oferecidas por este sistema são o absoluto automatismo de funcionamento e a ausência de manutenção.

O Panda Cross propõe, de série, o sistema ESC (Electronic Stability Control) que inclui função ELD (Electronic Locking Differential), a qual providencia assistência adicional à condução e à aceleração em arranque em terrenos de baixa aderência (neve, gelo, lama, etc.).

Exclusiva no segmento, tracção integral em função das condições de condução, escolhendo entre três modalidades: Auto, Off-road e Hill Descent Control.

Em modalidade Off-road, a tracção integral torna-se permanente até 50 km/h, para tornar a resposta da viatura ainda mais pronta, sendo inserido o Electronic Locking Differential (ELD) que pré-carrega o binário sobre o eixo traseiro, tonando mais rápida a integração do 4×4; inibe a intervenção do ASR, para melhorar o controlo em piso de baixa aderência e desfrutar completamente o binário do motor; e trava as rodas que estão a perder aderência, ou a deslizar mais do que as outras, transferindo, assim, a força motriz para as rodas com mais aderência, optimizando, deste modo, a tracção sobre pisos não homogéneos.

Para óptima gestão de descidas com inclinação particularmente acentuada ou em percursos muito acidentados, a modalidade HDC (Hill Descent Control) mantém a viatura a uma velocidade constante, agindo de maneira autónoma e diferenciada sobre os travões. Deste modo, o sistema ajuda o condutor a enfrentar descidas íngremes actuando só sobre o travão e acelerador. Para além disso, o Hill Descent Control garante também um comportamento constante do veículo em terrenos com níveis diferenciados de aderência, evitando guinadas da direcção. Parte integrante do sistema ESC, a função HDC entra em acção automaticamente se a velocidade foi inferior a 25 km/h e permanece em stand by até 50 km/h.

Suspensões

As suspensões de uma viatura de tracção integral devem responder a duas exigências fundamentais. Por um lado, assegurar conforto aos passageiros, facilidade de condução, estabilidade e segurança, características próprias de viaturas de duas rodas motrizes; por outro, devem garantir a melhor capacidade de evolução em qualquer tipo de percurso, principalmente em fora-de-estrada. Para atingir estes dois objectivos, os técnicos trabalharam para oferecer prestações de absoluta excelência, com particular atenção ao conforto e ao desempenho em todo-o-terreno. Daqui surgiu a escolha de dois experimentados esquemas: uma solução de rodas independentes de tipo Mc Pherson para o eixo dianteiro e, para o eixo traseiro, um sistema de rodas interligadas através de eixo de torção especificamente desenvolvido para a versão integral. Relativamente à solução de tirantes da geração precedente, este último esquema assegura maior leveza e conforto de marcha e acústico para iguais prestações de off-road.

 

Equipamento de série e opcional

O novo Panda Cross oferece equipamento de série completo e único, que inclui: ar condicionado automático, rádio com leitor de CD/MP3 com sistema Blue&Me™ e comandos no volante, jantes de liga polidas específicas de 15”, retrovisores com comando eléctrico e desembaciamento, fecho centralizado com telecomando, apoios de cabeça traseiros, volante regulável em altura, faróis de nevoeiro, volante e punho da alavanca da caixa de velocidades revestidos de pele, banco do condutor regulável em altura, sistema ESC com ELD e pneus 185/65R15 M+S ‘All Seasons’. Está ainda disponível uma ampla gama de opcionais e acessórios que poderão ser seleccionados em função da utilização predominante que se pretenda dar ao automóvel: citadina ou fora-de-estrada. De destacar o pára-brisas térmico, os vidros escuros e o inovador City Brake Control que, no ano transacto, foi premiado com o título ‘Euro NCAP Advanced 2013’.

Segurança

O Panda Cross propõe, como opcional, o inovador City Brake Control, sistema de segurança activa que reconhece a presença de outros veículos ou obstáculos diante do veículo, travando automaticamente caso o condutor não intervenha para evitar a colisão ou reduzir as suas consequências. Distinguido com o prestigiante prémio ‘Euro NCAP Advanced 2013’, o dispositivo foi pensado para auxiliar na condução em cidade e está sempre activado quando a velocidade da viatura está compreendida entre 5 e 30 km/h. Entra em funcionamento sempre que se liga o motor, mas pode ser ligado ou desligado quando o condutor desejar.

Em pormenor, o ‘City Brake Control’ utiliza um sensor laser de tipo LIDAR (Light Detection And Ranging), colocado na parte superior do pára-brisas, que dialoga com o sistema ESC (Electronic Stability Control). Dependendo de determinados parâmetros – condições do piso, dinâmica e trajectória dos veículos, posição dos obstáculos, estado dos pneus – a intervenção do sistema pode evitar completamente uma colisão (‘Collision Avoidance’) ou reduzir as suas consequências (‘Collision Mitigation’).

O sofisticado dispositivo integra três funções: Automatic Emergency Braking (AEB), Prefill e Brake Assist.  A primeira, embora respeitando a vontade do condutor e deixando-lhe pleno controlo do veículo, entra em acção com uma travagem de emergência quando o impacto parece inevitável e sem que o condutor tenha reagido. A função “Prefill” pré-carrega o sistema de travagem, para permitir uma resposta mais pronta seja quando intervém o Automatic Emergency Braking seja em caso de travagem por parte do condutor. O Brake Assist, por fim, reconhece situações de emergência e, se a colisão estiver iminente, potencia a acção de travagem para permitir um reduzido espaço de imobilização.

 

Equipamento de série e opcional

0.9 TA Turbo 90 cv 1.3 JTD 80 cv
LINHA E ESTILO
Jantes de liga de 15’’ polidas opacas (pneus 185/65 R15 M+S All seasons) S S
Barras específicas para o tecto na cor “ultrashine silver” S S
Volante de pele com comandos do rádio e punho da alavanca da caixa de velocidades em pele S S
Faixas protectoras laterais específicas na cor “ultrashine silver” com logotipo Cross S S
Suportes dos retrovisores da cor da carroçaria S S
Pára-choques dianteiro e traseiro com placa de protecção inferior na cor “ultrashine silver” S S
Terminal de escape cromado S S
Ganchos de reboque dianteiros em vermelho brilhante S S
Jantes de liga de 15’’ polidas opacas (pneus 185/65 R15 Summer) O O
CONFORTO E FUNCIONALIDADE
Fecho centralizado com telecomando S S
Ar condicionado automático com filtro de pólenes S S
Volante regulável em altura S S
Vidros dianteiros de comando eléctrico S S
Vidros atérmicos S S
Retrovisores exteriores com comando eléctrico e desembaciamento S S
Limpa-óculo S S
Direcção assistida eléctrica DuadriveTM com função City S S
Sensor de temperatura externa S S
Banco do condutor regulável em altura S S
Tomada de corrente de 12V S S
Apoios de cabeça traseiros S S
Consola central específica S S
Luz na bagageira S S
Vidros escuros O O
Pára-brisas térmico O O
Cargo Box O O
Banco traseiro fraccionado 60/40 O O
Bancos dianteiros com aquecimento O O
Banco do passageiro rebatível em mesa O O
Kit 5 lugares + 3 apoios de cabeça traseiros O O
Kit fumadores O O
ÁUDIO E TELEMÁTICA
Sistema Blue&Me™ (com USB e AUX-IN) S S
Rádio CD /MP3 com 6 altifalantes S S
Pré-instalação no tabliê para navegador TomTom O O
OFF-ROAD
Tracção integral S S
Terrain Control com três funcionalidades (Auto, Off-road, Hill Descent Control) S S
ESC (controlo electrónico de estabilidade) com ASR, Hill Holder, ABS, EBD, BAS S S
SEGURANÇA
Airbags frontais condutor e passageiro S S
Airbags laterais de protecção de cabeça S S
Faróis de nevoeiro S S
Luzes diurnas com tecnologia LED S S
Kit enchimento/reparação de pneus (Fix & Go) S S
TPMS (Sistema de controlo de pressão de pneus) S S
Airbags laterais dianteiros O O
Sensores de estacionamento O O
City Brake Control O O
PACKS
KIT COMFORT (2 pegas de apoio traseiras + porta-óculos lado condutor + cintos de segurança dianteiros reguláveis em altura + pala de sol do lado do passageiros com espelho de cortesia) O O
PACK FLEX (banco do passageiro rebatível em mesa, banco traseiro fraccionado 60/40, homologação 5 lugares, cargo box, kit comfort, bolsa amovível nas costas do banco) O O
CORES
Vermelho passione mate
Bege cappuccino mate
Branco gelato mate
Preto Cinema mate
Amarelo sole mate
Verde toscana metalizado

 

S = série

O = opcional

Características técnicas

MOTOR  1.3 Multijet 80 Cv Stop&Start 0.9 90 cv Twinair Stop&Start
N° cilindros, disposição 4, em linha 2, em linha
Diâmetro x curso (mm) 69,6 x 82 80,5 x 86
Cilindrada (cm3) 1248 875
Taxa de compressão 16,8 10
Potência máx: cv-CEE (kW-CEE) 80 (59) – Normal: 90 (66,2)
– ECO: 77,5 (57)
A rpm 4000 -Normal 5500
– ECO 5500
Binário máx: kgm-CEE (Nm-CEE) 19,4 (190) – Normal 14,8 (145)
– ECO 10,2 (100)
A rpm 1500 – Normal 1900
– ECO 2000
Distribuição (comando) Corrente Corrente
Alimentação Diesel Gasolina
Ignição Por compressão Comandada
TRANSMISSÃO
Tracção Integral (4 x 4) de inserção automática através de junta comandada
electronicamente e dois diferenciais
Integral (4 x 4) de inserção automática através de junta comandada
electronicamente e dois diferenciais
Embraiagem Hidráulica Hidráulica
Caixa: 1a 4.273 4.100
2a 2.238 2,174
3a 1.444 1.345
4a 1.029 0.974
5a 0.767 0.766
6a 0.646
MA 3.909 3.818
Relação de redução final 3.733 5.308
DIRECÇÃO
Tipo De pinhão e cremalheira com assistência eléctrica De pinhão e cremalheira com assistência eléctrica
Diâmetro de viragem (m) 9,7 9,7
TRAVÕES – D (disco) – T (tambor)
Dianteiros: mm D257X22 autoventilados D257X22 autoventilados
Traseiros: mm D240x11 D240x11
SUSPENSÕES
Dianteira De rodas independentes, tipo McPherson, com braços oscilantes inferiores transversais ligados a travessa auxiliar De rodas independentes, tipo McPherson, com braços oscilantes inferiores transversais ligados a travessa auxiliar
Traseira De rodas interligadas através de eixo de torção De rodas interligadas através de eixo de torção
DIMENSÕES
Distância entre eixos (mm) 2300 2300
Eixo* dianteiro/traseiro (mm) 1403 1403
1406 1406
Comprimento – Largura – Altura* (m) 3705 – 1662/1882(sem/com retrovisores) – 1657 3705 – 1662/1882(sem/com retrovisores) – 1657
Capacidade da bagageira VDA (dm3) 225 225
RODAS
Pneus 185/65 R15 88H M+S All Seasons 185/65 R15 88H M+S All Seasons
(*) = Opcional 185/65 R15 88H; 175/65 R15 84T / (compatíveis com correntes) 185/65 R15 88H; 175/65 R15 84T / (compatíveis com correntes)
Roda sobresselente OPT 803 125/80 R15 95M 125/80 R15 95M
SISTEMA ELÉCTRICO (12V)
Capacidade bateria (Ah) 63 Ah 63 Ah
Alternador: corrente máxima (A) 105A (com aquecimento) 105A (com aquecimento)
120A (com ar condicionado) 120A (com ar condicionado)
PESOS – REABASTECIMENTOS
(PESOS HOMOLOGADOS)
Peso em ordem de marcha DIN (kg) 1155 1090
Capacidade do depósito de combustível (litros) 35 35
Capacidade incluindo condutor 470 (versão 5 lugares) 495 (versão 5 lugares)
440 (versão 4 lugares) 480 (versão 4 lugares)
Peso máximo rebocável 900 (travado)
400 (não travado)
800 (travado)
400 (não travado)
PRESTAÇÕES
Velocidade máxima (km/h) 160 167
Aceleração (s): 0 ÷ 100 km/h 14,3 12
CONSUMOS CEE (l/100km) – segundo directiva CE 1999/100
Urbano – extra-urbano – combinado 5,0/4,6/4,7 5,9/4,3/4,9
CO2 (g/km) 125 114
ÂNGULOS ADMISSÍVEIS
Ataque – saída – ventral (graus) * 24 – 34 – 21 24 – 34 – 21
* prova efectuada segundo o Standard B: veículo com condutor (68 kg) + 7 kg de bagagem com roda sobresselente, ferramentas e reabastecido a 100%
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